Xevandorq

Sobre a redação

Uma casa de engenharia, não uma revenda de nuvem.

Interior de um escritório silencioso com estações de trabalho vazias

Nascemos de uma frustração simples: infraestrutura tratada como despesa até o dia em que falha.

A Xevandorq começou em 2015, quando três engenheiros cansados de apagar incêndio decidiram fazer diferente. A conta sempre chegava igual: um sistema montado às pressas, sem quem o entendesse por inteiro, caindo justamente na semana de maior movimento. O cliente pagava caro por consertos que a prevenção teria evitado.

Resolvemos inverter a ordem. Primeiro entender a operação, depois desenhar. Primeiro medir, depois prometer. Primeiro documentar, depois seguir para o próximo projeto. Parece óbvio no papel; é raro na prática.

Hoje somos uma equipe pequena e por vontade própria. Cada pessoa que entra num projeto conhece o ambiente inteiro, não apenas a sua fatia. Isso limita quantos clientes atendemos ao mesmo tempo — e é exatamente esse limite que sustenta a qualidade que prometemos.

Não perseguimos o serviço da moda. Perseguimos ambientes que a sua equipe consiga operar depois que a gente sai, contas que a diretoria consiga prever e sistemas que aguentem o pico sem drama. O resto é ruído.

Preferimos entregar menos e entender tudo a entregar muito e depender da sorte.

— O que orienta cada decisão nossa

Princípios da casa

Quatro regras que não negociamos.

Regra 01

Clareza antes de código

Nenhuma linha de infraestrutura sobe sem que o problema esteja escrito e entendido pelos dois lados. Ambiguidade custa mais que qualquer atraso.

Regra 02

Custo é requisito, não consequência

O orçamento entra no desenho desde a primeira reunião. Uma arquitetura elegante que ninguém consegue pagar não é elegante — é um problema adiado.

Regra 03

O time do cliente fica autônomo

Documentamos e treinamos para que você não dependa de nós para sempre. Se amanhã quiser assumir a operação, terá tudo em mãos para isso.

Regra 04

Recuperação se testa antes

Backup que nunca foi restaurado é uma esperança, não um plano. Ensaios de recuperação entram no cronograma como qualquer outra entrega.

Quem conduz

Pessoas com nome, não uma central de atendimento.

Rafael Menezes

Arquitetura e migração

Passou uma década desenhando plataformas de alta demanda no varejo digital. Defende sistemas simples com uma teimosia produtiva.

Carolina Assunção

Operação e confiabilidade

Responde pelo plantão e pelos ensaios de recuperação. Dorme melhor quando o alerta chega antes do cliente perceber.

Thiago Valença

Governança de custos

Traduz fatura de nuvem em decisão de negócio. Já devolveu ao caixa de clientes o equivalente a projetos inteiros só ajustando desperdício.

Linha do tempo

Onze anos, na ordem em que aconteceram.

2015

A primeira migração

Três engenheiros e um cliente de comércio eletrônico que precisava sobreviver ao pico de fim de ano. Deu certo — e deu o tom do que viríamos a ser.

2018

Operação contínua

Deixamos de entregar e sumir. Passamos a operar os ambientes que desenhávamos, com plantão e relatórios mensais como padrão.

2021

Governança de custos

A prática de FinOps virou disciplina própria dentro da casa. Cada recurso passou a ter dono, orçamento e revisão mensal.

2026

Quarenta ambientes

Chegamos a mais de quarenta ambientes sob operação, ainda com a mesma regra do começo: só aceitamos o que conseguimos entender por inteiro.

Uma conversa

Se a sua nuvem virou caixa-preta, dá para reabrir.

Comece por um diagnóstico. Olhamos o ambiente atual, apontamos o que faz sentido manter e o que vale rever — por escrito, sem compromisso.