Rafael Menezes
Arquitetura e migração
Passou uma década desenhando plataformas de alta demanda no varejo digital. Defende sistemas simples com uma teimosia produtiva.
Sobre a redação
A Xevandorq começou em 2015, quando três engenheiros cansados de apagar incêndio decidiram fazer diferente. A conta sempre chegava igual: um sistema montado às pressas, sem quem o entendesse por inteiro, caindo justamente na semana de maior movimento. O cliente pagava caro por consertos que a prevenção teria evitado.
Resolvemos inverter a ordem. Primeiro entender a operação, depois desenhar. Primeiro medir, depois prometer. Primeiro documentar, depois seguir para o próximo projeto. Parece óbvio no papel; é raro na prática.
Hoje somos uma equipe pequena e por vontade própria. Cada pessoa que entra num projeto conhece o ambiente inteiro, não apenas a sua fatia. Isso limita quantos clientes atendemos ao mesmo tempo — e é exatamente esse limite que sustenta a qualidade que prometemos.
Não perseguimos o serviço da moda. Perseguimos ambientes que a sua equipe consiga operar depois que a gente sai, contas que a diretoria consiga prever e sistemas que aguentem o pico sem drama. O resto é ruído.
Preferimos entregar menos e entender tudo a entregar muito e depender da sorte.
— O que orienta cada decisão nossa
Princípios da casa
Nenhuma linha de infraestrutura sobe sem que o problema esteja escrito e entendido pelos dois lados. Ambiguidade custa mais que qualquer atraso.
O orçamento entra no desenho desde a primeira reunião. Uma arquitetura elegante que ninguém consegue pagar não é elegante — é um problema adiado.
Documentamos e treinamos para que você não dependa de nós para sempre. Se amanhã quiser assumir a operação, terá tudo em mãos para isso.
Backup que nunca foi restaurado é uma esperança, não um plano. Ensaios de recuperação entram no cronograma como qualquer outra entrega.
Quem conduz
Arquitetura e migração
Passou uma década desenhando plataformas de alta demanda no varejo digital. Defende sistemas simples com uma teimosia produtiva.
Operação e confiabilidade
Responde pelo plantão e pelos ensaios de recuperação. Dorme melhor quando o alerta chega antes do cliente perceber.
Governança de custos
Traduz fatura de nuvem em decisão de negócio. Já devolveu ao caixa de clientes o equivalente a projetos inteiros só ajustando desperdício.
Linha do tempo
Três engenheiros e um cliente de comércio eletrônico que precisava sobreviver ao pico de fim de ano. Deu certo — e deu o tom do que viríamos a ser.
Deixamos de entregar e sumir. Passamos a operar os ambientes que desenhávamos, com plantão e relatórios mensais como padrão.
A prática de FinOps virou disciplina própria dentro da casa. Cada recurso passou a ter dono, orçamento e revisão mensal.
Chegamos a mais de quarenta ambientes sob operação, ainda com a mesma regra do começo: só aceitamos o que conseguimos entender por inteiro.
Uma conversa
Comece por um diagnóstico. Olhamos o ambiente atual, apontamos o que faz sentido manter e o que vale rever — por escrito, sem compromisso.